Ligamos as suas equipas a um fluxo de alertas de pessoas que nunca teve de ir procurar. Faz a intervenção e recebe por cada uma. Sem investimento e sem perder os clientes que já tem.
As margens encolhem. Angariar clientes custa cada vez mais. A monitorização e os serviços de central estão a ser automatizados — e, nos próximos anos, a IA vai ficar com boa parte desse trabalho. A receita do trabalho que hoje faz manualmente vai derretendo, devagar.
Receção de alertas, monitorização, distribuição — uma máquina faz isto mais depressa e mais barato do que qualquer pessoa.
Uma equipa de carne e osso no local, em minutos. A gardy assume a parte automática e paga-lhe precisamente por isto: pela intervenção.
O dinheiro da indústria faz-se cada vez mais com o resultado entregue ao cliente — não com o equipamento. É exatamente assim que a gardy trabalha — há cinco anos.
A camada de rotina que a indústria demora anos — e muito dinheiro — a automatizar: receção de alertas, despacho, monitorização. O parceiro gardy recebe tudo pronto, sem desenvolvimento próprio nem investimento de capital.
O sistema lê o trânsito da cidade e calcula sozinho que equipa chega primeiro.
A receção e a distribuição dos alertas correm sozinhas, sem operador humano na central.
Cada intervenção fica registada em vídeo; a análise é feita pelo sistema.
Um fluxo novo de alertas, vindo de clientes que não precisa de procurar. Pagamos cada intervenção.
Continua dono dos seus clientes e das suas operações. A gardy não fica com o seu negócio nem se mete entre si e os seus clientes.
Não compra equipamento nem software, não contrata ninguém. É receita gerada com os recursos que já tem. Quantos alertas vão entrar — risco nosso, não seu.
Botão, resposta rápida, registo em vídeo — o que a concorrência na sua cidade não tem. Oferece aos clientes um serviço de outro nível sem investir no desenvolvimento.
A app tem um único botão, grande. A pessoa carrega — e o alerta entra no sistema já com a localização.
No ecrã aparece tudo de uma vez: foto da pessoa, altura, morada, carro, comentário em texto e voz, contacto de emergência. É destacada a equipa livre mais próxima.
O algoritmo lê o trânsito da cidade e calcula que equipa está mais perto pela estrada. Em cada cidade operam várias empresas: se a sua equipa estiver ocupada, segue a de outra.
O agente recebe na app os dados da pessoa e a rota. Chega e trava o conflito. As partes separam-se ou chama-se a polícia.
A pessoa tem um botão de pânico no telemóvel. Carrega quando tem medo ou está em perigo.
Vê tudo: alerta aceite, equipa destacada, carro a caminho, tempo estimado de chegada.
Todos os alertas e todas as equipas num só mapa. Vê-se logo quem está livre e para onde vai cada uma.
No telemóvel, a ficha da pessoa e a rota.
Todas as equipas no mapa, todos os alertas numa só janela.
A rota até à pessoa e a ficha do cliente.
Todas as intervenções ficam gravadas.
Se a sua equipa estiver ocupada, segue a de outra empresa — e a pessoa recebe ajuda a tempo. Envia a sua equipa livre mais próxima, e é o algoritmo que decide quem chega primeiro.
A pessoa paga-nos uma mensalidade com alertas incluídos. Nós pagamos-lhe cada intervenção realizada. Quantos alertas entram este mês? Risco nosso, não seu.
10 empresas de segurança já operam com a gardy. Moldávia e Cazaquistão — no terreno. Polónia — a arrancar.








Doutoramento (DBA, Grenoble) sobre como devolver rentabilidade às empresas de segurança. A gardy é a tese posta em prática.
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15 anos a construir sistemas complexos em finanças e automação. O arquiteto da plataforma.
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Algoritmos de rotas, previsão de carga, processamento do alerta.
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Abre novos mercados para a gardy e traz as empresas de segurança para a plataforma.
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10+ anos em marketing, empreendedorismo e desenvolvimento de negócio. Responsável pela aquisição de clientes e pelo posicionamento do produto.
linkedin →É justo. Então não olhe para promessas, olhe para números: cinco anos no terreno, 10 empresas na plataforma, resposta média de 4,5 minutos. Isto já funciona — não é um plano.
Ninguém procura a pessoa por um ponto no mapa. O operador recebe logo foto, altura, morada, carro, contacto de emergência e comentário de voz. Chega e sobra para a equipa encontrar uma pessoa — e não uma coordenada.
Do lado da empresa não há nada para montar. Não compra equipamento nem software, não precisa de central de despacho: a parte automática fica com o sistema. Da sua parte, só a intervenção. Em 24 horas está operacional.
Nem precisa. Os seus clientes continuam a ser seus. A gardy traz clientes novos — aqueles que hoje ninguém serve — e nunca se mete entre si e a sua carteira.
20 minutos por videochamada, com o sistema ao vivo: os ecrãs da pessoa, do operador e do agente.